
Quarto de hotel. Londres. O telefone toca. Uma voz feminina em português:
- Oi. Eu perguntei à recepcionista do hotel se tinha algum brasileiro hospedado e ela me disse que tinha você. Eu não falo bem inglês, estou sozinha e gostaria de ter companhia para conhecer Londres.
Um pouco confusa, acabei por responder que sim, que a gente poderia combinar alguma coisa durante o café da manhã.
Ao desligar o telefone, fiquei com um pouco de inveja desta brasileira. Eu nunca teria coragem de fazer tal abordagem com desconhecidos, mas sabia que ela estava corretíssima. Será que sou européia demais, apesar de ter nascido no Brasil?
De qualquer forma, foram dois dias muito agradáveis passeando em Londres, com a agora não tão desconhecida e muito simpática brasileira.
- Oi. Eu perguntei à recepcionista do hotel se tinha algum brasileiro hospedado e ela me disse que tinha você. Eu não falo bem inglês, estou sozinha e gostaria de ter companhia para conhecer Londres.
Um pouco confusa, acabei por responder que sim, que a gente poderia combinar alguma coisa durante o café da manhã.
Ao desligar o telefone, fiquei com um pouco de inveja desta brasileira. Eu nunca teria coragem de fazer tal abordagem com desconhecidos, mas sabia que ela estava corretíssima. Será que sou européia demais, apesar de ter nascido no Brasil?
De qualquer forma, foram dois dias muito agradáveis passeando em Londres, com a agora não tão desconhecida e muito simpática brasileira.
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